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quarta-feira

bruxos - o que sao bruxos

BRUXOS - O QUE SÃO BRUXOS?
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+ BRUXO, BRUXOS +

Você quer «ver» o futuro?, Ou você quer «construir» o seu futuro?

O futuro está nas suas mãos, depende de si e das suas decisões, depende de si e das suas obras. Deus responde a cada um conforme as suas obras, e ao que ficar sentado olhando para as nuvens a resposta será uma, ao passo que para aquele que procura semear activamente um diálogo com o mundo espiritual a resposta será outra.
Assim esta escrito na Bíblia, e assim é.

Se você procurar pelas respostas dos espíritos, eles responderão. Poderão umas vezes retorquir com a resposta que você deseja, e outras não. Contudo, eles jamais deixam de responder e de abrir caminhos na vida de quem por eles procura.

Os espíritos podem ajudar a sua vida, podem desbloquear caminhos, podem abrir portas, podem criar oportunidades. Se aos espíritos recorrermos e ouvirmos as suas respostas, tais caminhos poderão ser certamente abertos conforme os seus desígnios, pois que os espíritos respondem com a sua acção nas nossas vidas.

Um bruxo exerce a sua missão através de uma aliança com forças espirituais, beneficiando assim de condições para, endereçando os seus pedidos a essas mesmas forças espirituais, poder favorecer a ocorrência de sinais e prodígios neste mundo, bem como lançar bênçãos ou maldições na vida das pessoas. 

Cada bruxo ou bruxa, após a sua iniciação, é agraciado com um dos 6 dons das trevas, que usará em missão espiritual neste mundo.

A bruxaria é uma religião de natureza essencialmente espírita-
Aquilo a que se chama «bruxo», não passa por isso e na verdade de um sacerdote dessa milenar religião, ( a chamada «a Velha tradição», ou a «Velha religião» ), da mesma forma como um padre é o sacerdote do catolicismo e um rabino é um sacerdote no judaísmo.

O objectivo da missão do sacerdote, não é deitar-se em adivinhações, mas sim comunicar com o mundo dos espíritos e das divindades.

A missão do sacerdote, consiste em:

- divulgar a palavra da sua crença, assim como servir de «ponte» entre este mundo e o mundo dos espíritos.

O sacerdote cumpre essa missão da seguinte forma:

1-Venerando os espíritos da sua fé
2-Dirigindo aos espíritos da sua fé,  oferendas que lhes são agradáveis
3-Conservando, respeitando e observando os ensinamentos dos espíritos da sua fé
4-Realizando, em homenagem aos espíritos da sua fé, rituais e liturgias
5-Endereçando aos espíritos da sua fé os pedidos daqueles que procuram auxilio espiritual para os seus problemas, assim levando a acção dos espíritos da sua fé a todos aqueles que procuram ajuda 


Desfaça-se por isso um equívoco:

     um bruxo pode praticar adivinhação, mas um bruxo não é um adivinho, um bruxo é um sacerdote.

Um adivinho faz adivinhação, vê o que está oculto e pode mesmo ver alguns vislumbres do futuro.
  Mas embora veja muita coisa, isso não muda coisa alguma.

E de que serve ver, quando não se pode mudar? De que serve ver comida, para quem esta morrendo de fome? Para quem esta morrendo de fome, o bom mesmo é ter quem lhe dê comida para comer.

Um bruxo não advinha, bruxo possui um forte vínculo com o mundo espiritual, e através desse seu diálogo com os espíritos, ele convoca forças espirituais para que elas possam responder aos assuntos que lhe são colocados nas mãos.

Pois quando voce vai ao bruxo, não lhe pergunte qual vai ser o seu fututo. O seu futuro, se você ficar de braço cruzado, é perder tudo aquilo que você mais deseja e que está em risco. Você deve confessar o que esta atormentando a sua vida, e o bruxo analisará. E feito o estudo, ele lhe dirá o que fazer para obter uma resposta dos espíritos aos seus tormentos, conforme aquilo que os espíritos podem fazer por si, e que Deus permite que seja feito.

Quanta gente foi vitima de bruxaria e que, mesmo não acreditando, viu a sua vida sofrer perda após perda, contratempo após contratempo, problema após problema?

Quanta gente, mesmo não acreditando, recorreu á bruxaria, e logo depois viu todas as portas que estavam fechadas na sua vida, surpreendentemente começarem a abrir-se?

Não tem nada que ver com sugestão, não tem nada que ver com fé. Os factos, são factos, e esses não mentem.

Os espíritos são uma realidade, e os espíritos quando entram na sua vida, eles mudam a sua vida.

Um bruxo de verdade, invocará a intervenção de poderosas forças espirituais e fará os espíritos actuarem na sua vida a fim de o ajudar em todos os males do espírito.

E você porem pergunta: e isso resulta mesmo?
Assim se responde:

as pessoas, ( ao contrario do que defendem certos intelectuais puritanos), não são estúpidas, e a bruxaria  não é apenas um corpo de superstições e crendices inconsequentes, pois que se assim fosse então ao fim de milhares de anos então já ninguém estaria recorrendo de algo que não funciona, da mesma forma que ninguém compraria carros se eles não funcionassem.
Por isso:
Sim, a bruxaria funciona!, e porem quem a procura deve procura-la com o mesmo respeito e fé com que procura respostas em qualquer outro tipo sacerdote, noutro qualquer tipo de opção religiosa.
Por isso mesmo,  quando se procura a bruxaria, deve-se observar o mesmo principio espiritual que quando se procura qualquer outra religião, ou seja,  isto deve ser observado:

Um assunto são as coisas deste mundo, e outro assunto são as coisas do mundo do espírito.

Pois as coisas deste mundo tem as suas leis e operam da sua forma, assim como as coisas do mundo do espírito tem as suas próprias leis e operam da sua própria forma, e as leis deste mundo não são as leis do mundo do espírito.

Ou seja:
Não se deve procurar nas coisas do espírito conforme se procura nas coisas deste mundo.

Ou seja:
No mundo do espírito, a fé é fundamental, assim como é fundamental saber que os espíritos operam por vezes de formas misteriosas, e eles operam por vezes por caminhos, meios e desígnios que não nos são compreensíveis, e que não nos cabe nem questionar, nem saber que caminhos são esses.

Também se deve saber: o tempo dos espíritos não é o tempo do homem, e o tempo do espírito não é regulado pelo tempo das impaciências humanas, nem das pressas humanas.

Isto é:
Observe a obra do espírito como um pão que você prepara, e coloca num forno para cozer.
Ou seja:
Se você estiver impacientemente abrindo o forno a todo o minuto para ver se o pão já está acabado, você acabará apenas estragando o pão e arruinando sua refeição.  E porem, se você deixar esse mesmo pão no forno, fechado e descansado, cozendo pelo tempo que tiver de cozer, entao você vai ter um belo pão para saciar toda a sua fome. 

Então:

Observe a obra do espírito como videira com a qual você quer preparar um bom vinho, ou seja:

Se você na pressa impaciente de ter o seu vinho, for e colher as uvas antes do seu tempo, pois você terá mau vinho.
E porem, se você usar da sabedoria paciente do bom agricultor, e colher as suas uvas apenas no momento certo, ( nem antes, nem depois), então você terá bom vinho.

Pois então:
Se você quer bom pão e bom vinho, você tem de seguir esta regra, da mesma forma que se você quer bom fruto do mundo dos espíritos, então tem de seguir as suas regras.

Por isso:
A obra do espírito ocorre, e ela é poderosa!

Porem, ela opera conforme estas leis, e é apenas com estas leis que a obra do espírito dá bom fruto, pois que a obra do espírito apenas dá fruto em quem trilha o caminho de uma fé, e não o caminho das descrenças, nem das impaciências, nem das dúvidas.

E assim:
Quem procura na obra do espírito com esta compreensão e desta forma, então verá bom resultado; porem quem procura da forma errada e desobservando estas normas, pois não verá bom fruto, da mesma forma que se um condutor conduzir um carro da forma errada e contra todas as regras de transito, então é certo que ele acabará tendo um acidente, e a culpa não é do carro mas sim da forma como esse condutor usou o veiculo da forma certa, ou da forma errada, ou seja, observando as boas regras de condução, ou não observando.

Por isso:

Procure o bruxo da forma certa, ou seja, com respeito pela religião desse sacerdote, com fé no seu coração, e actuando como quem vai procurar uma solução espiritual no mundo dos espíritos, e não com a leviandade de quem vai apenas «encomendar pizza» para ver como é e quanto tempo demora para o moço estar na sua porta entregando sua fatia.

Observe:

Bruxa é apenas uma sacerdotisa de uma religião, uma religião muito mais antiga que o cristianismo, e ate mesmo mais ancestral que o judaísmo, pois quando ainda nem o judaísmo se tinha formado, e já as bruxas e sacerdotisas do espírito caminhavam neste mundo.

Procurai por isso o bruxo, e porem procurai-os da forma certa, se quereis receber a coisa certa.

quer um poderoroso trabalho de magia negra?
quer um poderoso trabalho de bruxaria?

escreva-nos!


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bruxaria - religião da bruxaria

Religião da Bruxaria

RELIGIÃO da BRUXARIA

Espíritos não tem forma, são isso mesmo….  Espíritos. E como esta escrito nas sagradas escrituras, Deus é espírito, Deus é um espírito. Também esta escrito que os anjos são espíritos e que os demónios são espíritos. Mesmo os Deuses a Deusas das religiões politeístas não passam disso mesmo, ou seja, poderosos espíritos.

Pois a bruxaria lida precisamente com espíritos, é isso mesmo que a bruxaria é.

O que é a bruxaria?

A bruxaria é uma forma de comunicar com poderosos e ancestrais espíritos, encomendando-lhe certos actos que alterarão a realidade das coisas e que,caso nada tivesse sido feito, seguiriam inalteradas o seu rumo natural.


Bruxaria no cristianismo: os ocultistas cristãos, na tradição das ordens Templárias e Carolíngias.

Aqueles ocultistas e místicos que professam a doutrina crista de são Cipriano, esses crêem que na verdade uma «bruxaria» não passa de uma poderosa forma de «intercessão» junto de «Deus» a fim de Lhe invocar as suas «bênçãos», ou as suas «maldições», pois que é Deus que tem poder sobre todas as coisas, e por isso seja junto de anjos ou demónios eis que Deus é de todos Senhor e a todos Deus comanda. E por isso: o ocultista que abraça o Cristianismo, eis que ele crê que com a autoridade de Deus então toda a bruxaria resultará, e sem Deus nenhuma bruxaria dará fruto, e por isso eis que ele busca o conhecimento do oculto porem norteando a sua fé em Deus, e jamais fora de Deus.

A bruxaria é por isso uma religião?

Uma religião é:

«um conjunto de preceitos ou práticas por via das quais se comunica com um deus, seres celestes ou divindades».

Pois então:
A bruxaria consiste precisamente num conjunto de doutrinas, numa teosofia, num corpo de crenças e praticas que se professam, acreditando que por elas é possível comunicar com entidades espirituais e assim encontrar respostas no transcendente, e abrir caminhos através do espírito e do mundo do divino.

Por tudo isso, a resposta é:

Sim, a bruxaria é uma religião de fundamento espírita, ( tal como Kimbanda, Vodu, e outras religiões de origem Africana),  onde se exerce a comunicação e invocação de poderosos espíritos ancestrais para actuar na esfera do mundo material.

Na doutrina espiritista, acredita-se que existem pessoas com uma capacidade natural e inata de contactar com espíritos. No espiritismo, essas pessoas chamam-semédium, na bruxaria essas pessoas chamam-se bruxas ebruxos.

Para o Cristianismo, essas pessoas tem «corpo aberto», ou «cofre aberto». Seja como for, dê-se-lhe o nome que quiser, são essas pessoas com uma capacidade inata de entrar em contacto com o mundo espiritual, que possuem a capacidade de ser bruxos e bruxas.

È claro que ter essa capacidade não significa que se exerça a arte da bruxaria, pois para exerce-la são necessários aprofundados estudos sobre os assuntos do espírito e da magia. È por isso necessário estudar diversas matérias, inclusive feitiçaria,  para poder praticar devidamente a bruxaria.
O que é a feitiçaria?

«A feitiçaria consiste num conjunto de conhecimentos práticos e teóricos sobre magia, ou seja, sobre a invocação de espíritos com a finalidade de criar certos efeitos no mundo terreno.»


Para usar correcta e seguramente a capacidade de ser bruxo, é necessário estudar feitiçaria, ou o bruxo pode cair em erros fatais para si ou terceiros.

Por isso se diz que ninguém se faz bruxo, um bruxo nasce bruxo. Mas um bruxo precisa ser feiticeiro, ou seja, de estudar feitiçaria, para que possa exercer a sua missão espiritual com eficiência, segurança e resultados.

Só que se na religião espírita se acredita em certos princípios doutrinários formais e se defende que apenas se deve de comunicar com os espíritos, na bruxaria vai-se muito mais longe e acredita-se que não se pode apenas comunicar com os espíritos, mas também encomendar certo tipo de missões aos espíritos e que, os espíritos podem cumprir com esses pedidos, causando assim certos efeitos desejados nesta nossa realidade física.

A diferença entre estas duas visões espíritas acaba por ser bem visível na diferença entre o vidente e o bruxo.

vidente vê, o vidente comunica e faz a «ponte» entre este mundo e os espíritos.

bruxo actua, o bruxo contacta com os espíritos para procurar mudar este mundo.

bruxo, tal como o vidente, também comunica com os espíritos. Mas ao contrário do vidente, o bruxo não se fica apenas pelo acto de comunicação com o mundo espiritual.

O bruxo não comunica com os espíritos apenas para comunicar, mas antes se o faz, é para encomendar certos serviços aos espíritos que invocou, com a finalidade de alterar a realidade de acordo com determinado objectivo.

Trata-se por isso da grande diferença entre «ver» e «mudar».

O vidente limita-se a ver, e tudo que ele vê sobre o passado, presente e futuro, você rapidamente vai confirmar que é tudo verdade. Mas mudar, o vidente não muda nada, pois ele apenas vê.

O objectivo do bruxo não é ver, é interceder junto dos espíritos para tentar mudar o rumo de uma certa realidade ou situação.

O que faz o bruxo?

O bruxo possui uma íntima relação com certas forças espirituais, com as quais ele convive por via da celebração seu culto religioso e da sua pratica mística. Um bruxo, é essencialmente um sacerdote da religião da bruxaria. 

O que é um sacerdote?

Nas escrituras assim podemos ler:

«Os sacerdotes (…) são eles que apresentam a Deus as ofertas (…) o alimento do seu Deus»
Levítico 21,5-6

Um sacerdote, conforme ditam as escrituras, é alguém que providencia alimento ou veneração ao Deus ou ao espírito em que professa a sua fé. 

E na bruxaria, é isso que um bruxo faz, providenciando «alimento» para os espíritos ou Deuses em que acredita, venerando-os e pedindo-lhes em favor daqueles que procuram a religião da bruxaria para aliviar os seus tormentos, ou alcançar os seus fins.

O bruxo comunica com os espíritos, e comunica pedindo-lhe coisas, coisas essas que acontecem pois os espíritos assim o farão acontecer.
E com o bruxo, você vê que as coisas mudam e se alteram na sua vida, tal como os espíritos prometem fazer.

È claro que a bruxaria não é uma religião institucionalizada no sentido formal do termo, ou seja,  não possui igrejas, não possui um Vaticano, nem uma Meca, nem mesquitas, nem sinagogas, nem padres, nem ou bispos ou Papas. Não possui enfim, uma estrutura hierarquizada, nem existe na forma de uma organização formalmente constituída. Na bruxaria,  o templo de cada bruxo é cada igreja que existe, cada bruxo é o seu próprio padre, e cada bruxo trabalha para si próprio em razão dos seus interesses, embora todos estejam unificados pela mesma crença e pela mesma razão de existir: o mundo sobrenatural, as leis do oculto, e a sua intima relação com essas realidades.

A bruxaria não esta por isso unida e uniformizada por nenhuma liturgia única, nem por uma organização hierárquica, por nenhuma instituição formal, como esta por exemplo a igreja católica, ou os Evangelistas, ou os Batistas, ou os Judeus, etc…. A bruxaria é uma religião unida apenas pelas suas milenares crenças e saberes que são comuns a todos os bruxos e que passam de geração em geração desde há milhares de anos.

Foi esse o motivo pela qual a igreja católica durante quase 5 séculos de perseguições aos bruxos, não conseguiu eliminar a bruxaria como eliminou outras ordens religiosas institucionalizadas, assim como sucedeu com a sangrenta extinção da ordem dos templários. Nem tão pouco consegui a igreja calar ou destruir os cultos religiosos Africanos deKimbanda ou Vodu praticados pelos escravos negros, apesar da violenta repressão que lhes moveu.

È que não se pode eliminar algo que não tem forma física, não tem domiciliação institucional. Apenas se pode matar um a um os sacerdotes dessa religião, mas não se pode destruir um Vaticano se o Vaticano não existisse. E na bruxaria, não há um Vaticano, não há sequer uma ordem formal estabelecida. E enquanto houver um bruxo vivo, ele vai transmitir a sua sabedoria a um iniciado que há-se sempre fazer sobreviver a religião da bruxaria. Foi isto que a igreja não percebeu, e foi isto que ironicamente salvou a bruxaria. A bruxaria ao longo dos tempos sempre sobreviveu, pois não existe como corpo físico, não existe como organização formal que se possa decapitar, trata-se apenas de uma religião em que os seus membros se encontram unidos unicamente pela sabedoria e pelas suas crenças, e cada um é igual ao seu colega de saber e de arte. Não há por isso forma de matar a bruxaria, e os bruxos continuaram ao longo da história, até aos nossos dias, a ser tão ou ainda mais procurados pelo povo que os padres.
Uma coisa é certa:

as pessoas, ( ao contrario do que defendem certos intelectuais puritanos), não são estúpidas, e a bruxaria  não é apenas um corpo de superstições e crendices inconsequentes, pois que se assim fosse então ao fim de milhares de anos então já ninguém estaria recorrendo de algo que não funciona, da mesma forma que ninguém compraria carros se eles não funcionassem.
Por isso:
Sim, a bruxaria funciona!, e porem quem a procura deve procura-la com o mesmo respeito e fé com que procura respostas em qualquer outro tipo de opção religiosa.
Por isso mesmo,  quando se procura a bruxaria, deve-se observar o mesmo principio espiritual que quando se procura qualquer outra religião, ou seja,  isto deve ser observado:

Um assunto são as coisas deste mundo, e outro assunto são as coisas do mundo do espírito.

Pois as coisas deste mundo tem as suas leis e operam da sua forma, assim como as coisas do mundo do espírito tem as suas próprias leis e operam da sua própria forma, e as leis deste mundo não são as leis do mundo do espírito.

Ou seja:
Não se deve procurar nas coisas do espírito conforme se procura nas coisas deste mundo.

Ou seja:
No mundo do espírito, a fé é fundamental, assim como é fundamental saber que os espíritos operam por vezes de formas misteriosas, e eles operam por vezes por caminhos, meios e desígnios que não nos são compreensíveis, e que não nos cabe nem questionar, nem saber que caminhos são esses.
Também se deve saber: o tempo dos espíritos não é o tempo do homem, e o tempo do espírito não é regulado pelo tempo das impaciências humanas, nem das pressas humanas.

Isto é:
Observe a obra do espírito como um pão que você prepara, e coloca num forno para cozer.
Ou seja:
Se você estiver impacientemente abrindo o forno a todo o minuto para ver se o pão já está acabado, você acabará apenas estragando o pão e arruinando sua refeição.  E porem, se você deixar esse mesmo pão no forno, fechado e descansado, cozendo pelo tempo que tiver de cozer, entaovocê vai ter um belo pão para saciar toda a sua fome.  E

Então:

Observe a obra do espírito como videira com a qual você quer preparar um bom vinho, ou seja:

Se você na pressa impaciente de ter o seu vinho, for e colher as uvas antes do seu tempo, pois você terá mau vinho.
E porem, se você usar da sabedoria paciente do bom agricultor, e colher as suas uvas apenas no momento certo, ( nem antes, nem depois), então você terá bom vinho.

Pois então:
Se você quer bom pão e bom vinho, você tem de seguir esta regra, da mesma forma que se você quer bom fruto do mundo dos espíritos, então tem de seguir as suas regras.

Por isso:
A obra do espírito ocorre, e ela é poderosa!

Porem, ela opera conforme estas leis, e é apenas com estas leis que a obra do espírito dá bom fruto, pois que a obra do espírito apenas dá fruto em quem trilha o caminho de uma fé, e não o caminho das descrenças, nem das impaciências, nem das dúvidas.

E assim:
Quem procura na obra do espírito com esta compreensão e desta forma, então verá bom resultado; porem quem procura da forma errada e desobservando estas normas, pois não verá bom fruto, da mesma forma que se um condutor conduzir um carro da forma errada e contra todas as regras de transito, então é certo que ele acabará tendo um acidente, e a culpa não é do carro mas sim da forma como esse condutor usou o veiculo da forma certa, ou da forma errada, ou seja, observando as boas regras de condução, ou não observando.

A ESSENCIA RELIGIOSA DA BRUXARIA:

A bruxaria é no fundo um caminho religioso e espiritual, no qual se professa o contacto com o «outro lado», ou seja, como «mundo do espírito», crendo que desse contacto com o mundo espiritual podem florescer respostas, amparos e soluções de esperança para as vidas do sofredor.

E porem:

A bruxaria não é um caminho religioso virado «contra» outras religiões, mas muito ao contrário ela normalmente constitui uma resposta espiritual que respeita todas as religiões, sendo que você poderá encontrar bruxas que professam o cristianismo, como poderá encontrar bruxos que se identificam com umbanda, ou poderá encontrar bruxos e bruxas que ao mesmo tempo que crêem e praticam a bruxaria, porem também professam um qualquer outro credo religioso:

cristianismo, budismo, islamismo, judaísmo, hinduísmo,  etc.

A bruxaria professa por isso um caminho espiritual de intimo contacto com o mundo do espírito, e há quem sendo bruxa ou bruxo porem coadune essa sua crença com outras crenças religiosas, sem nisso encontrar qualquer problema, nem motivo de escândalo, nem motivo de perseguições, pois que a bruxaria é normalmente um caminho espiritual de tolerância, amor e paz.

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Sabbat - o sabbath das bruxas

O sabbath

tudo sobre o sabbat das bruxas

O Sabbath é um dia semanal de descanso ou repouso e adoração a uma divindade.
Na religião Judaico – Crista, o Sabbath corresponde ao ultimo dos dias da criação, no qual  Deus repousou.
Por assim ter sido, emana das sagradas escrituras, (e consta mesmo como um dos 10 mandamentos ditados a Moisés), que nesse dia em que Deus repousou, também o Homem deve cessar toda e qualquer actividade, para apenas se dedicar á adoração de Deus.
Muitas outras religiões possuem este conceito Sabbathiano, e praticam-no de acordo com as suas crenças teológicas.
Na Bruxaria, ( uma religião de natureza espírita e necromântica, tal como o Vodu, a Kimbanda e outras religiões Africanas), o Sabbath é um momento de reunião e comunhão religiosa entre bruxas, e que se pratica em torno celebração de uma comunicação com os seres espirituais de onde provem o seu poder e existência.
A maior parte das crenças comuns ao Sabbath concordavam que o demónio se encontrava presente aquando da realização de um Sabbath, geralmente incorporado na forma de um bode negro.
Também era comum acreditar-se que vários demónios presidiam e participavam na celebração desta cerimónia infernal de bruxaria.
Igualmente defendia-se que durante os Sabbath, as bruxas ofereciam os seus corpos á possessão de demónios que assim incorporavam nelas para festejarem os seus mais luxuriosos e depravados vícios em carne humana, como tanto lhe é agradável.
Acreditava-se igualmente que o Sabbath começava ás 00h00 e prolongava-se pela madrugada fora.
O Sabbath, é consumado em 5 grandes momentos,  ( tantos quantos os pontos da estrela de Baphomet), que se materializam em 5 rituais, que são:

I
A Procissão de Caim:
O ritual tem início com uma procissão. Nessa procissão todos os bruxos se unem em peregrinação realizada a caminho do templo onde será celebrado o Sabbath. Este momento representa o caminho que cada bruxo realiza ao longo da sua vida de servo do demónio, caminho esse que leva ao destino da sabedoria do oculto e do eterno poder da Magia Negra.
Uma das características identificativas das bruxas, ( de acordo com os manuais inquisitórios), é a «marca da bruxa». Essa marca corporal confirma que a bruxa é na verdade uma bruxa. A marca não pode ser um sinal de nascença, mas sim algo adquirido no momento em que o Diabo assume poder sobre essa pessoa, ou escolheu essa pessoa para ser seu servo e sacerdote. A «marca» é deixada pelo demónio no corpo da bruxa como forma de assinalar a obediência dessa pessoa para com o Diabo. A «Marca» é criada de diversas formas: ou pelas garras do Diabo ao passar pela carne do seu servo, ou pela língua do Diabo que tocando o individuo, lhe deixa a marca demoníaca. A «marca» pode-se manifestar em diversas formas: Uma verruga, uma cicatriz, um sinal, e especialmente um pedaço de pele totalmente insensível.
As teses ocultistas mais actuais, tendem a identificar esta «marca do Diabo» não como um sinal físico presente no corpo da bruxa, mas antes como um «sinal» marcado na alma da bruxa, ou seja: o seu «nome espiritual», o nome com que bruxa viverá depois do pacto com o Diabo, e com o qual fará as suas bruxarias. O «nome espiritual» é o nome que o demónio concede a uma bruxa quando ela outorga o seu pacto infernal, e é a «marca» que identificará para sempre essa pessoa diante do Diabo, da mesma forma que o «nome de baptismo» Cristão identifica uma pessoa diante de Deus.
Seja como for, a «marca da bruxa», é também chamada a «marca de Caim».
Tal como Caim foi rejeitado por Deus e se tornou imortal por via do caminho das trevas, (Génesis 4, 10-15), também o bruxo é marcado pelo exemplo de Caim. Assim se acredita que todo aquele que entrou em pacto com e demónio, possui esse «selo» na carne, a «marca de Caim» ( Génesis 4,15).
Pois como o destino da vida de Caim, também é o destino da vida do bruxo, e por isso a «procissão de Caim» é representativa desse percurso de vida.
A procissão representa tanto a vida do bruxo, ( o seu caminho de vida dedicado á bruxaria e á submissão aos espíritos), como a sua morte, uma vez que depois de mortos os espíritos dos bruxos não abandonam este mundo terreno e aqui permanecem vagueando eternamente, aliciando novos bruxos, alimentando-se da carnalidade, semeando a feitiçaria, apadrinhando outros seguidores do oculto. Pois a procissão também representa esse caminho no mundo terreno, que se perpetua na vida eterna.
A procissão é feita em nome de Caim, aquele que sendo filho de Eva e Lúcifer foi desprezado e assim induzido ao pecado. Por ser um filho de Lúcifer e de uma humana, Caim foi humilhado, renegado  e condenado á desolação. Sobre Caim caiu a maldição da vida eterna, uma vida eterna a vaguear pelos caminhos deste mundo. Assim como Caim é eterno, também o bruxo alcança a eternidade espiritual neste mundo pela sua aliança infernal. Caim é o padroeiro deste ritual.

II
A ceia dos 21:

Precede a procissão, a consumação de uma ceia demoníaca, ou seja: um grandioso banquete celebrado com os mais tortuosos excessos. No banquete, pão azeite e sal estão totalmente proibidos, pois são substancias detestadas pelo diabo, e todo e pecado da gula é celebrado ao excesso mais pervertido. 
Neste ritual simboliza-se a eterna união e a infernal aliança, estabelecida desde o início dos tempos, entre os demónios e as bruxas.
Da mesma forma como Jesus se uniu em aliança aos seus 12 discípulos na última ceia, também bruxas e demónios se unem pela carne e pelo sangue nesta ceia. Este banquete é realizado numa mesa cerimonial, na qual se encontram 21 sacerdotes e sacerdotisas. 
Ao centro da mesa, a ceia é presidida por um demónio encarnado. 
O demónio é possuidor do cálice de Lúcifer, por onde cada um dos 21 sacerdotes e sacerdotisas beberão a essência da vida eterna através da bruxaria
.Com esse cálice e essa essência liquida, é celebrado o dia em que cada um dos 21 assumiu o seu pacto com o demónio e assim passou a ser embaixador dos espíritos neste mundo, através da aliança Luciferiana.
 O filho do Diabo, é o padroeiro deste ritual.

III
A Missa Negra

Ao banquete  segue-se  uma missa negra.
A mesma celebrada é em missais Luciferianos orados em  Latim, acompanhada de liturgias infernais realizadas sob os corpos nus de acólitos femininos ou jovens indicadas nas artes satânicas.
È neste momento que é realizada a admissão e iniciação, na sociedade infernal,  denovas bruxas recém recrutadas e já instruídas nas artes da bruxaria. Na missa negra são conjurados os espíritos demoníacos, e a hóstia de Satã é servida numa  forma de grande perversão.
Na missa negra lêem-se as escrituras Luciferianas, Satânicas e Infernais, assim como os oráculos do príncipe deste mundo revelados pela boca dos seus profetas infernais. Ancestrais fórmulas de invocação demoníaca são recitadas, velhos oráculos são relidos, místicas liturgias são celebradas, profanas orações são proferidas, tudo para agrado dos espíritos.
A missa negra representa o momento em que Lúcifer desejou Eva, e por isso a contactou. Em troca do prazer, Lúcifer ofereceu a Eva o fruto da árvore do conhecimento. A Missa Negra representa o momento em que Lúcifer e Eva se contactaram, em que Lúcifer possuiu Eva e em que o Homem recebeu em troca a sabedoria sobre a ciência e a magia. A Missa Negra representa por isso o contacto com os espíritos, e através dela os espíritos são chamados a contactar com as bruxas.
Lúcifer é o padroeiro deste ritual.

IV
O Festim da possessão

Finalmente o Sabbath termina em êxtase carnal, numa celebração ritualista do pecado manifestada em todos os envolvidos na Missa.
Nesse festim de pecados, os demónios conjurados ao longo de todo o Sabbath incorporam nos fiéis demoníacos, e tanto na forma de corpo humano masculino, como de corpo humano feminino, eles praticam a carnalidade mais pecaminosa, celebrando assim a corrupção e perversão que os demónios tanto amam.
Este é o momento da possessão, no qual os demónios entram no corpo daqueles que voluntariamente se lhes oferecem. Este é um momento altamente perigoso, pois uma possessão que não seja adequadamente produzida, conduzida e depois desencarnada de uma pessoa, tem terríveis e totalmente irreversíveis efeitos, sendo que a pessoa jamais conseguirá abandonar o estado de possessãodemoníaca,  podendo acabar em condições psicológicas miseráveis ou mesmo morta. Por isso, apenas os filhos das trevas podem participar neste tipo de festim, uma vez que pessoas normais não possuem força espiritual para conseguir aguentar uma possessão demoníaca e controlar o processo. No entanto, pela boa celebração deste perigoso ritual, os demónios concedem os seus favores aos fiéis de Satã, ou seja: as bruxas.
O festim da possessão representa o momento em que Satã e os seus 199 anjos abandonaram os céus e amaram as filhas dos homens, (Génesis 6) no acto de bruxaria e possessão primordial. A padroeiro deste ritual é Astaroth, demónio do desejo e da luxúria que conduziram tanto Lúcifer e o seu exercito seguidor , como mais tarde Satã e os seus 199 anjos,  ao exílio e condenação. Astaroth é um dos demónios da trindade infernal constituída por si mesmo, Lúcifer e Satã.

V
O convénio dos 200 anjos

Por ultimo, após a realização de todos os citados processos, ( a Procissão de Caim, A Ceia dos 21, a Missa Negra e o Festim da Possessão ), os bruxos reúnem-se em convénio para trocar entre si e com os seus novos membro iniciados, conhecimentos, ensinamentos, Grimórios e saber oculto.
Assim se cumpre a perpetuação das artes ocultas, sendo o conhecimento partilhado, renovado e eternizado tanto pela tradição escrita como pela tradição oral.
O convénio representa o momento da queda dos 200 anjos que se unindo ás mulheres dos homens, em troca ofereceram á humanidade o conhecimento, ou seja: tanto as ciências, como a bruxaria. 
O padroeiro deste ritual é Satã, o demónio que por desejo da mulher desceu á terra e se condenou á perdição.

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bruxaria: essências - filtros - poções

Bruxaria: Essências, filtros e poções


Bruxas e bruxos , são historicamente conhecidos por realizarem pactos com entidades espirituais através de actos de carnalidade, por via dos quais obtêm o seu poder espiritual.

Também são conhecidos pela celebração de Missas carnais, nas quais realizam a consagração dos seus trabalhos de bruxaria -, bem como pela celebração do Sabbath  - nos quais perpetuam o seu pacto com as entidades espirituais ás quais estão ligadas.

Mas como são realizados os trabalhos de bruxaria?
Que métodos são empregues para lançar bênçãos ou maldições ?

Eis que se lança alguma luz sobre o assunto:

Atribui-se ás bruxas a arte de realizar trabalhos de magia e bruxarias através de velas ou bonecos de cera.

Pois na verdade, os bonecos são usados em conjunção com elementos que identificam a pessoa visada pela bruxaria, seja pelo seu nome e data de nascimento, seja por um objecto pessoal dessa pessoa, seja por algo mais intimo dela como cabelos, ou unhas dessa pessoa.

Nalguns casos, ate mesmo o sémen, secreções vaginais ou o período menstrual pode ser usado.

O objectivo é simples: «marcar» essa pessoa de forma tão indelével, que os espíritos posteriormente invocados se dirijam a ela sem erro possível, e causam nela os efeitos desejados.

Os bonecos de cera a que foram adicionados os elementos identificadores da pessoa a quem se dirige a bruxaria, actuam posteriormente como elementos de um processo de ritual místico de chamamento de espíritos a quem um determinado serviço é entregue.

Uma vez entregue o serviço, os espíritos actuarão pelos meios que acharem necessários, de forma a produzir o efeito desejado e encomendado.

Outros metodos rituais ainda mais poderosos, são usados em bruxaria para obter os fins desejaods:  as essências e formulas secretas, que tanto geram poderosos efeitos físicos, como fortes efeitos invocatórios de forças espirituais.

Na religião Vodu e Kimbanda, os segredos de fórmulas místicas detêm um poder temível.

Um pó produzido através da combinação de ervas secretas, tanto pode curar uma doença incurável, como devolver o fogo da paixão a casal desavindo, como condenar alguém ao mais triste dos destinos.

Qual o segredo dessas essências?

Na maior parte dos casos, elas são produzidas com recurso a uma base de compostos perfeitamente identificáveis e inofensivos.

A esse composto relativamente simples, é adicionada uma substância secreta, altamente indetectável, porque produzida através da combinação ou destilação de ervas ou elementos raros.

A imperceptibilidade dos elementos essenciais da fórmula, assim como a base declaradamente inócua onde se firma uma substancia mística, visa um único fim:

*      obter os resultados desejados, salvaguardando ao mesmo tempo o segredo dos meios que foram usados nesse produto.

As essências místicas não são produtos farmacêuticos, ou seja: não se pretende colocar a sua composição no rotulo, nem vende-las em hipermercados. Ao contrário, as essências místicas são segredos rigidamente conservados ao longo de séculos e séculos.

Por isso, uma essência mística é como um perfume: possui um corpo e uma essência.

E tudo isso se chama: um filtro.

Explica-se:

o «corpo» é o composto que serve de base á essência mística. A essência assentará sempre num sólido, num pó ou num líquido.

Esse pó ou líquido, são sempre compostos que permitem a diluição apropriada da essência que se lhe quiser adicionar.

Contudo, serão sempre «corpos» compostos por uma simples  associação de elementos facilmente reconhecíveis e inofensivos.

O truque, não está naquilo que se vê com os olhos abertos , mas antes naquilo que não se consegue ver nem com um microscópio.

Depois do «corpo», vem a «essência».

Nessa «essência», reside o espírito e o segredo do produto.

São aí empregues fórmulas ancestrais compostas por elementos raros, com diverso tipo de propriedades.

O objectivo é um: atrair forças espirituais poderosas, indicando-lhes a tarefa que elas devem cumprir junto de quem se encontra imbuído numa certa formula.

E os espíritos ouvirão esse poderoso chamamento, e realizarão sem margem para apelo o fim destinado e encomendado.

Exemplos deste tipo de magia, e do seu poder, podemos facilmente encontrar na Bíblia.

Nos livros de Levítico, Êxodo, Deuteronómio e Números, são incontáveis os exemplos de fórmulas que são ensinadas por Deus aos profetas, a fim de produzir determinados fins espirituais que tem reflexos práticos na vida das pessoas.

Todas as fórmulas são aparentemente inofensivas, e no entanto, geram efeitos de enorme poder, pois atraem a si o poder de Deus.

As fórmulas de produção de incensos, as fórmulas de produção de oferendas a entregar em holocausto, os meios de uso do sangue, as formas e composição de produção de alimentos, etc…. Tudo isso são fórmulas de produção de essências agradáveis a Deus e que por isso atraem para quem as gerou, os efeitos desejados conforme a sua fórmula.

Da mesma forma, actuam as essências místicas usadas na bruxaria:

feitas aparentemente de elementos inócuos, as fórmulas pelas quais são produzidas, atraem a si poderosas forças espirituais, que vão gerar efeitos em consonância com as finalidades inscritas do filtro produzido.
Alguns exemplos Bíblicos, de forma de atracção de poderes espirituais dirigidas a um certo fim:

Aprendemos que azeite e incenso não devem se usados em trabalhos relacionados com pecado:


Não colocará nele nem azeite, nem incenso, pois é um sacrifício pelo pecado

Levítico 5, 11


Logo, sabemos que sacrifícios dedicados ao pecado, usam tais elementos.

Eis algumas fórmulas de invocação dos poderes de Deus, realizadas com elementos aparentemente inofensivos,
conforme esta descrito na Bíblia:



Deus disse a Moisés: «providencia bálsamo de primeira qualidade: 5 quilos de mirra em grão, 2 quilos e ½ de cinamomo, 2 quilos e ½ de cana aromática, 5 quilos de cássia, (…) 7 quilos e ½ de azeite de oliveira. Com estes ingredientes, faz óleo para a unção sagrada

Êxodo 30, 22-25

Deus disse a Moisés:« providencia essências aromáticas: resina, âmbar, bálsamo, aromas e incenso puro em quantidades iguais. Com elas faz um incenso perfumado. (…) será puro e santo

Êxodo 30,34-35


Quando oferecerdes uma oblação cozinhada no forno, será feita sem fermento, feitas de flor de farinha amassada com azeite (…) parti-las-ás em pedaços, e deitar-lhes-ás azeite por cima. È uma oblação

Levítico 2,4

Todas as oblações serão oferecidas com sal

Levítico 2, 13

Sobre ela derramarás azeite e colocarás incenso

Levítico 2,15

O sacerdote queimará uma parte do pão com azeite e todo o incenso

Levítico 2, 16


O sacerdote tomará um punhado de flor de farinha, com azeite e como todo o incenso colocado sobre o altar

Levítico 6, 8

Em seguida, Moisés tomou um pouco do óleo da unção e do sangue que estava sobre o altar, e com isso aspergiu Aaarão e as suas vestes

Levítico 8,30

Uma oblação amassada com azeite

Levítico 9,4

Toma flor de farinha, e coze com ela 12 pães de 8 litros cada um. Coloca-os depois em 2 filas de 6 sobre a mesa de ouor puro, que esta diante de Deus. Coloca incensi puro sobre cada fila. Isso será como alimento oferecido (…) para Deus

Levítico 24, 5-7

Aquele que fizer a sua oferta a Deus, apresentará o seguinte: uma oferta de 4 litros e meio de flor de farinha amassada com 2 litros de azeite

Números 15,4




Seja na bruxaria, seja nos saberes espirituais Abraamicos, o segredo de uma essência, ou de uma poção
reside em 2 pontos fundamentais, que são :

1.    Os elementos que compõem a essência ou poção

2.    A consagração da essência ou poção


Os elementos que compõem uma essência, ( ou seja: a formula de uma poção),  são substancias consideradas sagradas.

São sagradas, pois são substâncias, (ou combinações de substancias), que atraem ,(ou repelem), forças espirituais de luz o de trevas.

O poderoso efeito que certo tipo de fórmulas exercem sobre os espíritos é reconhecido nos textos bíblicos.

Assim está escrito:


Ele [anjo Rafael] respondeu: « O coração e o fígado servem para serem queimados na presença de homem ou mulher atacados por algum demónio ou espírito mau.O fumo espanta o mal, e faz com que o demónio desapareça para sempre

Tobias 6,8

Tobia lembrou-se do que Rafael tinha dito: pegou no fígado e no coração do peixe, que estavam na sua sacola, o colocou-os no queimador de incenso. O cheiro do peixe expulsou o demónio, que fugiu para as regiões do alto Egipto. Rafael perseguiu-o, agarrou-o e acorrentou-o.

Tobias 8, 2-3

Aqui se vê como algumas substancias combinadas e trabalhadas de certa forma, podem rapidamente expulsar uma força espiritual, ao mesmo tempo que invocando a ajuda de outra.

Mas o verdadeiro segredo da essência reside não apenas na fórmula de substâncias que compõem uma poção , mas sim na sua «consagração».

«Consagrar», significa:
tornar sagrado; dedicar a uma divindade ou aos espíritos; destinar a certo fim.

A «consagração», é por isso um conjunto de rituais esotéricos por via do qual uma certa fórmula é «oferendada» e «entregue» aos espíritos, que assim a aceitam e agem em conformidade com os fins a que a coisa consagrada se destina.

No caso que vimos descrito no Livro de Tobias, as substancias indicadas pelo anjo Rafael, deviam ser queimadas num incensório, pois essa era a forma de encaminhar as essências para os espíritos, ao mesmo tempo que indicando o fim a que se destinavam, e que naquele caso era expulsar um demónio, ao mesmo tempo que invocando o auxilio de um anjo.

Mas mais exemplos encontramos do processo de consagração de substâncias espirituais.

Por exemplo:

Na cerimónia crista da eucaristia, o pão simboliza o corpo de Cristo, ao passo que o vinho representa o sangue de Cristo. Em conjunto com os rituais litúrgicos que são celebrados pelo sacerdote, esses 2 elementos , ( pão e vinho), simbolizam o poder espiritual de Cristo que tomamos em nós ao partilhar daquelas substancias. No entanto, todos sabemos que pão é apenas pão, e vinho é apenas vinho, ou seja: apenas por si são meros alimentos, que não trazem qualquer salvação espiritual.
 Sem o ritual da liturgia, um pão é apenas um pão, e uma taça de vinho é apenas uma taça de vinho. 
O que transforma aqueles elementos em substancias sagradas com uma carga espiritual , ( neste caso com uma finalidade redentora), são os rituais celebrados e que consagram aquelas substancias a um fim espiritual.  E essas substancias, uma vez oferendadas ao espírito , ( neste caso, ao espírito de Jesus), passam a ser sagradas, pois por elas o espírito ,( neste exemplo, o espírito de Cristo),  actua em quem partilha a eucaristia, oferecendo expiação e redenção.

Pois uma essência ao ser consagrada, é entregue aos espíritos através de determinado processo ritual, e passa a representar determinados fins, tal como o pão e o vinho no contexto de uma liturgia, passam a significar a salvação em Cristo e através de Cristo.

O mesmo sucede com a água benta. Água benta é apenas água, e no entanto a forma como é consagrada torna-se santa, atraindo a si forças espirituais de Deus para uma finalidade purificadora.

Senão vejamos:

Dizendo isto, Jesus cuspiu no chão, fez barro com a saliva, e com o barro ungiu os olhos do cego. E disse: «Vai e lava-te na piscina de Siloé. (…) O cego lavou-se e voltou vendo

João 9, 6-7


No evangelho de João, observamos com a água purificada pela força espiritual de Cristo, se transformou num remédio milagroso. Ou seja: transformou-se de mera agua, em substância santa e curadora.

O mesmo exemplo encontramos no II Livro de Reis, quando o profeta Eliseu mandou que Naamã se lavasse 7 vezes no rio Jordão.


«Lava-te e ficarás curado.» Então Naamã desceu e mergulhou 7 vezes no rio Jordão, como o homem de Deus havia dito.  Sua carne tornou-se como carne de uma criança, e ficou curado

II Reis 5,13-15


Mais uma vez se assiste á forma como uma substância, (a água), consagrada de forma poderosa, se transforma em poderoso filtro espiritual com propriedades espantosas.

Tal como o pão, o vinho e a agua benta quando usados em processos rituais adequados, se transformam em substâncias com certos fins, também outro tipo de essências são usados em processos místicos.

Nesse processos místicos, essas essências são consagradas, (entregues e dedicadas a espíritos), de forma a que as forças espirituais a quem foram dirigidas, realizem um certo fim na vida daqueles que procuram auxilio nas suas aflições e metas.

Em resumo:

A forma como uma essência é consagrada, por um lado oferece a essência a um certo tipo de espírito, ao passo que indica que tipo de finalidade é que se deseja que as forças espirituais invocadas pela fórmula devem realizar junto de uma pessoa: protege-la, salva-la, amaldiçoa-la, conceder-lhe bênçãos, etc.

Assim se atesta através dos textos bíblicos, que determinados elementos, combinados de determinada forma e devidamente consagrados, são altamente apelativos de espíritos poderosos, bem como são indicativos dos fins que se procuram obter desse mesmo tipo de força espiritual.

Eis que assim actuam as essências místicas, se bem que não de forma tão simplista.

De resto, os segredos são segredos, e nem a Bíblia os revela abertamente.

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